A declaração de falência da Texas Construções e Incorporações Ltda, feita pela Caixa Econômica Federal (CEF), em um jornal de Rondonópolis, para justificar o atraso que resultou na invasão do Residencial André Maggi foi contestada pelo dono da empreiteira, Fernando Magalhães, que atribuiu os problemas para a conclusão da obra à instituição financeira e ao Governo do Estado.

De acordo com o empresário, a empresa não foi a falência e sim está em processo de recuperação judicial, mas que a mesma já está saindo das dificuldades financeiras enfrentadas por falta de observação de alguns cuidados por parte do banco e do Governo do Estado que resultaram na atual realidade da Texas.

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“A empresa executora das obras do referido residencial é a maior vítima deste emaranhado de irresponsabilidades. As casas do residencial André Maggi não foram entregues no início do ano de 2011 por total culpa dos contratantes que projetaram, contrataram e executaram obras de pavimentação ‘sem as imprescindíveis drenagens de águas pluviais’, confrontando as normas técnicas e a força da natureza que resultou em grande quantidade de estragos e avarias principalmente na parte de infraestrutura, iniciando um calvário de sofrimento para a Texas”, declarou.

Fernando observou também que nunca mediu esforços para refazer o que os contratantes estragaram e desfizeram no residencial André Maggi. “Gastamos nossas parcas reservas, pois os valores que eles aportaram foram muito a quem do necessário e aportados com atrasos de anos e ainda resta a pagar”, disse o empresário que afirmou nunca ter se ausentado da obra e até hoje mantém um efetivo mínimo no local.

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Outro ponto agravante citado pelo empresário é que a Caixa Econômica Federal vem se recusando a pagar a Texas o saldo de despesas comprovadas que tem a receber, alegando que não constam em contrato. Também não constam em contrato que os contratantes e proprietários do empreendimento fossem praticar atos para estragar e desfazer obras prontas.

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