Nos dois jogos disputados até aqui depois da realização da Copa do Mundo, o Santa Cruz igualou a quantidade de gols tomados nas dez partidas realizadas antes do Mundial. Os sete tentos tomados foram responsáveis por decretar as duas primeiras vitórias do Tricolor na Série B do Campeonato Brasileiro. Na primeira parte do torneio, os primeiros sete foram espalhados em sete empates e três vitórias.

Os números, por si só, impressionam. Numa análise rápida, aumentam a necessidade de uma mudança de postura da equipe. Dos sete gols recentes, três foram contra o Vila Nova, que amarga a lanterna da Série B do Brasileiro e, antes disso, só havia marcado uma vez na competição. Os outros quatro foram na partida contra o Vasco, na qual o Santa Cruz foi superior durante boa parte dos 90 minutos, mas desperdiçou muitas oportunidades.

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Apesar de os sete gols sofridos recaírem sobre os componentes de defesa, o grupo do Santa Cruz divide a conta. O meia Carlos Alberto, titular apenas na derrota por 4 a 1 contra o Vasco, nesta retomada da competição, acredita que a equipe precisa melhorar a finalização.

– Temos que ter um pouco mais de atenção. Contra o Vasco nós tivemos um bom controle, mas pecamos nas finalizações e isso acabava trazendo a equipe adversária para o nosso gol. E o Vasco conseguiu mais êxito para fazer os gols.

Titular absoluto da defesa coral desde o ano passado, o zagueiro Renan Fonseca não quis transferir a culpa e se mostrou chateado pelo número excessivo de bolas nas redes. Deixou claro, no entanto, que os erros não são só dos defensores.

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– Quando se fala em gols, todo mundo lembra logo do goleiro e dos zagueiros, mas não é bem assim. Não quero transferir nada, mas é o time todo.

Para Renan Fonseca, a Copa do Mundo, que foi disputada no Brasil nos meses de junho e julho, deixou um legado importante.

– A Copa do Mundo mostrou que o futebol é coletivo. Vimos muitas equipes sem técnica se superando na marcação. Aqui sempre foi união com todo mundo marcando, mas por detalhes estamos sofrendo.

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