O Centro de Atendimento Empresarial – CAE, ligado ao Gabinete de Desenvolvimento Econômico, não tem nem um ano de funcionamento, mas já conseguiu formalizar 300 pessoas que não tinham nenhum registro como microempreendedores individuais – MEI em Rondonópolis. Os dados foram repassados pela gerente do Departamento de Fomento do Município, Mariana Almeida, nesta quarta-feira (16). Uma curiosidade dos números é que as mulheres têm tomado conta deste segmento produtivo e são maioria nos registro municipal de regularização.

De acordo com Mariana, 154 mulheres se formalizaram e 146 homens também criaram um CNPJ e tiveram a declaração de isento de Imposto de Renda, feita gratuitamente, além disso, todos foram orientados sobre a organização  administrativa de seus negócios. “O que temos é uma rede de apoio. O primeiro passo para a regularização é a retirada aqui na prefeitura do termo de uso de ocupação do solo. De posse disso, a pessoa vai até o CAE, que fica no primeiro andar do prédio da Acir, e faz sua regularização, daí então este microempreendedor vem até nós novamente para falarmos sobre questões financeiras e de planejamento para o seu negócio”, explica.

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No Gabinete de Desenvolvimento Econômico, os formalizados são encaminhados para o Departamento de Fomento onde podem, por exemplo, acessar linhas de crédito do Banco da Gente (municipal) e do Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial – Fundeic, do Governo do Estado. “Com o Banco da Gente, a pessoa acessa recursos que podem ajudar a comprar os equipamentos para iniciar seus negócios. No Fundeic, existem recursos disponíveis para reformas e até construções de espaços para melhorar ou iniciar bem seu negócio”, falou.

O mês campeão de formalizações foi abril, quando 50 pessoas regularizaram seus negócios. Mariana explica que cada MEI pode até contratar um funcionário com salário mínimo e os rendimentos anuais não podem exceder os R$ 60 mil. Sobre os segmentos que aparentam ter maior crescimento na cidade, Mariana ressalta o corte costura e os ligados a estética. “Temos muitos cabeleireiros, manicures e profissionais de outros tratamentos de beleza que estão se formalizando. O setor de confecção também cresce rapidamente, especialmente com as mulheres que estão passando de costureiras domésticas para empresárias do setor”, finalizou.

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