Ari Torremocha, organizador da cavalgada – Foto: Varlei Cordova / AGORA MT
Ari Torremocha, organizador da cavalgada – Foto: Varlei Cordova / AGORA MT

A tradicional cavalgada que marca a abertura da Exposul, que ocorreu na manhã deste sábado (09) na região central de Rondonópolis, contou com um número reduzido de participantes em virtude do Mormo.

O organizador do evento, Ari Torremocha, observou que a cavalgada já chegou a contar com mais de 2 mil participantes e nesta edição foram inscritos cerca de 600 cavaleiros e amazonas, contudo o evento não terá menos brilho em comparação com os anos anteriores e sim terá mais qualidade, principalmente pela preocupação com a saúde da população, em virtude do Mormo que pode ser transmitido para as pessoas.

“Infelizmente a quantidade de inscritos foi reduzida significativamente, pois muitos não conseguiram atender os requisitos e apresentar todos os exames para participara da cavalgada, principalmente pela questão do tempo de liberação do resultado, contudo na próxima edição estaremos mais preparados e reverter esta situação”, argumentou.

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O médico veterinário e fiscal estadual Indea, Victor Cesar Ribeiro Amorim – Foto: Varlei Cordova / AGORA MT
O médico veterinário e fiscal estadual Indea, Victor Cesar Ribeiro Amorim – Foto: Varlei Cordova / AGORA MT

O médico veterinário e fiscal estadual do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) do Estado Mato Grosso, Victor Cesar Ribeiro Amorim, explicou que a fiscalização este ano está mais rigorosa, de modo que será coibido o ingresso de pessoas sem a apresentação de todos os exames requisitados para evitar a contaminação de doenças em animais e pessoas, principalmente da Mormo que é facilmente transmissível.

A cavalgada teve início no alto da rua Fernando Correa da Costa, passando pela região central da cidade, com destino as avenidas Lions Internacional e Brasil, com termino no estádio Luthero Lopes.

MORMO

O mormo é uma doença silenciosa que atinge principalmente a cavalos e não tem tratamento. Os sintomas são febre alta, tosse e secreção nasal. Podem aparecer também nódulos no nariz e nos pulmões dos animais, além de feridas nos membros. O mormo é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitido ao homem. Tanto em animais quanto em humanos pode levar à morte.

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