Ninguém gosta de ligar para os telefones de emergências, seja ao 190 (Polícia Militar), 192 (Polícia Civil) ou 193 (Corpo de Bombeiros), já que o fato de telefonar significa que algo ruim possa ter acontecido. Por outro lado, para quem precisa esse é o canal mais importante de pedir socorro, assim, necessariamente o atendimento tem que ser rápido para não colocar vidas em risco, o que não vem acontecendo em Rondonópolis.

A equipe de reportagem do Site AGORA MT, recebeu nas últimas semanas várias reclamações de usuários que disseram estar insatisfeitos com a demora no atendimento. Por isso, a reportagem fez três testes, sendo cada um em um horário e dia diferente para ver o tempo de espera na ligação.

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Entre as ligações, a 1ª foi atendida com quase dois minutos e as outras duas, que aconteceu no fim de semana demoraram cerca de 5 minutos cada, até a desistência da chamada, já que ainda faltavam duas pessoas para serem atendidas. Mesmo assim, o tempo mínimo para ser atendido por um recepcionista é de quase 30 segundos, antes disso, a chamada passa por uma secretária eletrônica que dá créditos e orientações.

ENTENDA
Quando uma pessoa liga para o número de emergência, essa chamada é redirecionada para o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp). Na teoria, conforme foi prometido pelo secretário Estadual de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, 22 funcionários seriam destinados ao local que também é base de videomonitoramento.

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O Samu (192) não opera na mesma central da PM e do Corpo de Bombeiros, por isso a ligação não passa por protocolos, mas faz parte do Ciosp.

OUTRO LADO

Em entrevista ao Site AGORA MT, o coordenador do Ciosp em Rondonópolis, tenente coronel da PM, Francinildo Pereira Barbosa afirmou que as vezes isso acontece. “Nosso efetivo é pouco, apenas três trabalham por turno e infelizmente para certos horários esse número de atendentes não é suficiente”, reconhece.

Ainda de acordo com o coordenador, foi solicitado para o Estado 22 funcionários, número reduzido para 13 e posterior para seis. “Eu diminui o número de colaboradores para que logo fossemos contemplados, mas até agora não foi liberado mais nenhum servidor para operar no Ciosp”, declarou.

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