professor e Presidente da Associação Nacional dos Pós-Graduados em Instituições Estrangeiras de Ensino Superior, Vicente Celestino de França - Foto: Varlei Cordova / AGORA MT
Professor e Presidente da Associação Nacional dos Pós-Graduados em Instituições Estrangeiras de Ensino Superior, Vicente Celestino de França – Foto: Varlei Cordova / AGORA MT

Mobilidade acadêmica no Mercosul foi o tema do 1° Simpósio Internacional de Educação que aconteceu na manhã desta segunda-feira (04) no salão da Escola Sagrado Coração de Jesus em Rondonópolis. O evento foi direcionado a estudantes que fazem curso no exterior e a  profissionais da educação e área jurídica e teve como finalidade promover um amplo debate na região Mercosul.

De acordo com o professor e presidente da Associação Nacional dos Pós-Graduados em Instituições Estrangeiras de Ensino Superior, Vicente Celestino de França, o principal objetivo do simpósio é discutir a mobilidade acadêmica de estudar no exterior. O professor alerta que existem mais de 500 pessoas de Rondonópolis que estudam em universidades estrangeiras e não conseguem a revalidação do diploma para atuar no Brasil. “Existem muitas instituições de ensino de má qualidade, piratas, vamos orientar as pessoas a escolherem uma boa faculdade, pois existem universidades trazendo cursos para Rondonópolis sem autorização do governo. São conversadores que enganam os alunos que chegam a gastar até R$ 20 mil e não conseguem atuar por causa da revalidação do diploma” explica o presidente.

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Outro ponto discutido no encontro foi a confiança e aceitação dos cursos feitos no exterior. O Dr. Anibal Barrios Fretes acredita que existe um problema de progresso entre os brasileiros. “Alunos dos 21 estados brasileiros estudam em universidades no exterior, e são de diferentes características e classes sociais. Gostaríamos que fossem aceitos. O problema está em todos que querem progredir e parece que são barrados. O brasileiro que faz faculdade no exterior não pode atuar no Brasil e o estrangeiro pode, sendo que a faculdade é a mesma” diz Anibal.

“Precisamos buscar boa qualidade nos cursos, o Ministério da Educação (MEC) tem fechado muitas faculdades fantasmas. Somos totalmente contra a pirataria e buscamos um ensino sério e de boa qualidade para todos os alunos” pontua o professor e promotor de Justiça, Joaquim Miranda.

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