O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) apelou nesta semana a Israel e aos palestinos para que se sentem à mesa de negociações para encontrar um acordo de paz duradouro.

Em uma declaração adotada por unanimidade pelos seus 15 membros, o conselho manifestou o “apoio total à iniciativa egípcia”, que intermediou uma negociação entre os dois países e que resultou em tréguas temporárias, e apelou aos dois países para “retomarem as negociações para encontrar, rapidamente, um cessar-fogo duradouro e perene”.

Hoje, o braço armado do movimento palestino Hamas afirmou que as negociações para um cessar-fogo entre israelenses e palestinos terminaram após um ataque aéreo israelense que matou a mulher e o filho do chefe do grupo militar Brigadas Ezzedine Al Qassam, Mohammed Deif.

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As tréguas respeitadas desde 11 de agosto, quando começaram as negociações, foram violadas na terça-feira (19) quando foram disparados foguetes do território palestino atingindo o Sul de Israel, o que levou os israelenses a responder com novos ataques. Durante o conflito na Faixa de Gaza, morreram 2.030 palestinos e 10.300 foram feridos. Do lado israelense, desde o início da ofensiva em 8 de julho, morreram 67 pessoas (64 soldados e três civis).

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