O candidato José Riva (PDT), que teve o registro da candidatura negado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) atribuiu ao senador Pedro Taques (PDT) a derrota na Justiça Eleitoral e aposta as fichas em reverter a decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Sempre trabalhei com a possibilidade de conseguir a decisão no TSE, onde o magistrado recebe menos pressão e vão julgar tecnicamente. O Judiciário enfrentou uma verdadeira pressão, um verdadeiro massacre desse candidato que não tem coragem de me enfrentar nas urnas”.

Riva vai manter a campanha na rua, mesmo diante da incerteza jurídica. Ele tinha a expectativa a ultrapassar Lúdio Cabral (PT) e Pedro Taques (PDT) e ficar em primeiro lugar até o final de agosto.  “Gera um desconforto, uma angústia, mas não o desânimo. Continuo no mesmo pique. O TRE de Mato Grosso é o único que julga dessa forma. Tenho visto muitos registros, no mesmo caso que o meu, o Paulo Maluf (PP/SP), serem aprovados no TRE e no TSE. Vou em busca do recurso que eu tenho direito para ser candidato e me tornar governador de Mato Grosso”.

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Para Riva, a derrota dele foi causada pela pressão de um adversário que o teme encará-lo nas urnas. “Não foi bem pressão popular, mas de um candidato que teme me encarar nas urnas, ele sabe que vou registrar minha candidatura e vou ganhar. Nossos direitos vão ser conquistados brigando na Justiça de forma coerente, sem esse massacre do candidato”.

 

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