O candidato Pedro Taques (PDT) foi o candidato que mais arrecadou recursos de campanha com R$ 11,2 milhões e a maior parte das doações partiram de membros da família Maggi que destinaram R$ 3,5 milhões em pessoas físicas, fora os recursos das empresas da família como o Grupo Bom Futuro dos Scheffer Maggi que doou quase R$ 600 mil.

O dono do Grupo Bom Jesus, Nelson Vigolo, voltou a doar mais R$ 330 mil em recursos das empresas que compõe o Grupo. A doação dele de R$ 1,250 milhão na primeira prestação de  contas foi motivo de questionamentos pela coligação de Ludio Cabral que indagou sobre a intenção do doador que teria débitos de ICMS.

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Outros doadores de “peso” da campanha de Taques são os irmãos Orlando e Caetano Polato, de Rondonópolis. Juntos aplicaram R$ 500 mil e ajudaram a engrossar a lista de produtores rurais que financiam a campanha do senador ao governo.

A situação de Lúdio Cabral (PT) e José Riva (PSD) é bem diferente. A arrecadaçlão do petista foi de R$ 304 mil. Entre os maiores doadores para a campanha de Lúdio está ele próprio, que destinou R$ 18,9 mil.

Riva arrecadou R$ 572,7 mil e as maiores doadoras foram as empresas Marcelo Dias Machado ME destinou R$ 144,2 mil e a Quanta Serviços e Locação de Caçambas LTDA, que doou R$ 100 mil.

José Roberto Cavalcante (PSOL) recebeu doações apenas do próprio partido no total de R$ 95,7 mil em recursos estimáveis em dinheiro. José Marcondes (PHS), “Muvuca” apresentou o menor valor arrecadado com R$ 8,1 mil.

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