Os consumidores acreditam que as condições do mercado de trabalho pioraram no mês passado. Essa foi a 5ª piora consecutiva registrada na avaliação do consumidor brasileiro sobre o mercado de trabalho, medida pelo Indicador Coincidente de Desemprego, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Conforme a pesquisa na passagem de julho para agosto deste ano piorou 5,8%.

Entre as quatro faixas de renda analisadas, a principal piora foi observada na segunda mais alta (entre R$ 4.800 e R$ 9.600): 7,7%.

Outro índice da FGV, o Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), também mostrou resultado negativo em agosto. O indicador, que busca antecipar tendências do mercado de trabalho nos próximos meses, caiu 1,2%, a sexta queda consecutiva levando-o ao seu menor patamar desde maio de 2009.

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IAEMP

O Iaemp é calculado com base na opinião de consumidores e empresários da indústria e de serviços. A queda foi provocada principalmente pelo otimismo de empresários de serviços em relação à tendência dos negócios nos próximos seis meses (-5,9%) e pela opinião dos empresários da indústria em relação à situação dos negócios (-2%).

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