O governador Silval Barbosa acionou a coligação Coragem e Atitude pra Mudar, de Pedro Taques (PDT), pedindo direito de resposta sobre o programa eleitoral do dia 26 de setembro em que Taques diz que o Estado repassou R$ 195 milhões para Assembleia Legislativa e o dinheiro da Copa do Mundo foi roubado e apenas 18 das 56 obras foram entregues e cinco delas apresentaram problemas graves, dentre as outras críticas lançadas pelo candidato da oposição ao atual governo.

Contudo, a Justiça Eleitoral não acatou ao pedido. Conforme a defesa do governador, afirmações de Taques são inverídicas e visaram degradar, ridicularizar e ofender Silval com um material altamente ofensivo e ficcioso e, por isso, quis concessão do direito de resposta, a ser exibido no horário destinado ao candidato.

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De acordo com a decisão do juiz Paulo César Sodré, o indeferimento de plano da inicial é porque a representação cumulada com o pedido de direito de resposta, vez que possuem ritos processuais divergentes e via de consequência, pedidos incompatíveis, por isso, julgou extinta a ação, sem resolução de mérito, por inépcia da inicial e determinou o arquivamento. Um dos advogados de Silval Barbosa, José do Patrocínio, disse que perderam a liminar e ainda não havia sido notificado da extinção da ação. “Assim que for notificado, vamos recorrer”.

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