A rara presença do prefeito Percival Muniz (PPS) na campanha de 2014 tem despertado indignação no grupo em que o Partido de Muniz está aliado. Na semana passada, um antigo conhecido do prefeito, Carlos Naves (que até pouco tempo fazia parte do seleto escalão da atual gestão), resolveu questionar em sua rede social o posicionamento de Muniz.

Em seu ‘post’, Naves afirmou que além do prefeito estar tentando colocar a gestão nos eixos e recuperar a simpatia dos rondonopolitanos estaria sendo pressionado pelo candidato e ex-prefeito Adilton Sachetti (PSB) para que vestisse a camisa e saísse pedindo votos para o senador Pedro Taques (PDT) e outros aliados.

O que todo mundo já sabe também é que Carlos Naves anda pendurado no suplente de senador José Medeiros (PPS) que também tem encontrado dificuldades para segurar a sua vaga no Senado, caso Taques seja eleito. Já Naves que nunca foi ‘defensor dos fracos e oprimidos’ deve ter o seu interesse para se voltar contra Muniz, na tentativa de forçar o prefeito a pedir votos.

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Por sua vez, Muniz com sua vasta experiência política não deve estar querendo é dar ‘tiro no pé’, pois deve estar sabendo dos ‘bochichos’ que andam saindo por ai, de que com a eleição de Pedro Taques, a família Maggi voltará a assumir o poder em Mato Grosso e que ele e outros velhos conhecidos da política farão parte da ‘lista dos excluídos’.

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