Mato Grosso tem o total de 259.533 de eleitores que não obrigados a comparecer às urnas no dia 05 de outubro. São os votos facultativos, mas que podem fazer toda a diferença para eleger o governador do Estado, senador e deputados estaduais e federais. Juntos, esse eleitores tem o peso decisivo de Rondonópolis e Sinop juntas, duas cidades entre os cinco maiores colégios eleitorais do Estado.

Dos 2,1 milhões de eleitores mato-grossenses, 12% não precisa ir às urnas e nesta modalidade estão incluídos os 111.849 eleitores analfabetos, 7.130 com 16 anos, 18.753 com 17 anos e outros 121.801 pessoas acima de 70 anos.

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Juvenal Pereira, conclama que essas pessoas compareçam as urnas. “O conhecimento adquirido dos mais jovens e a experiência dos idosos são importantes para o país. O voto é um instrumento para a cobrança de melhores políticas públicas”.

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Se já é difícil levar as pessoas com idades de 18 a 70 anos a irem para as urnas votar, pois se trata de uma obrigação, convencer quem não precisa votar a ajudar a escolher os futuros representantes políticos é uma tarefa ainda mais árdua.

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