Menos de 24 horas depois da derrota para Sérvia nas quartas de final da Copa do Mundo de basquete, metade da equipe brasileira desembarcou no aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo. Entre os jogadores que desceram em Cumbica estava Guilherme Giovannoni, atleta da seleção há mais de dez anos, que estava triste com o revés, mas confiante para o desempenho da equipe nas Olimpíadas de 2016:

– O grupo sai fortalecido para 2016. O grupo adquiriu ainda mais experiência e pode fazer uma outra grande competição em 2016 – disse o jogador, que esteve nas Olimpíadas de Londres.

A relação do basquete masculino com as Olimpíadas é de altos e baixos. Na história, são três medalhas de bronze, em 1948,60 e 64. Ao mesmo tempo, a seleção passou por um jejum de 16 anos sem sequer participar do evento, entre 1996 e 2012. Nos Jogos de Londres, o Brasil foi eliminado nas quartas de final pela Argentina. O ala Leandrinho estava naquele jogo e sonha com a volta por cima no Rio de Janeiro:

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– Tem um torneio muito importante para vir que a gente vai jogar em casa. Vamos continuar o mesmo trabalho, a equipe está unida. A oportunidade está aí e a gente vai ter que pegar – disse Leandrinho, abatido, no desembarque.

Já o ala Alex acredita nos jogadores do atual elenco mas já afirma que, em 2016, o time já deve ter novas caras:

– Até as Olimpíadas tem muita coisa para rolar, são dois anos. Alguns jogadores estão muito bem, tem o Lucas Bebê, o Bruno Caboclo. Todo mundo está jogando em alto nível, e a gente espera dar uma continuidade para as Olimpíadas – disse Alex, presente nos Jogos de Londres.

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A seleção terminou a Copa do Mundo de basquete, disputada na Espanha, na sexta colocação, com cinco vitórias e duas derrotas.

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