O projeto de uso de coleiras como e cães como forma de combater a disseminação da leishmaniose chega a fase final da 1ª etapa. Nesta segunda-feira (22) o Centro de Controle de Zoonoses retomou as atividades.

Na 1ª etapa do projeto os agentes de endemias e de saúde atenderão os bairros Rui Barbosa, Tancredo Neves, Vila Rica e a parte baixa do Parque Universitário com a coleta de sangue dos cães.

O próximo passo do projeto, que deve ser executado no mês de novembro, será a colocação das coleiras, juntamente com a coleta de sangue dos cães. Durante o projeto o Ministério da Saúde também irá avaliar a eficácia da Scalibor na prevenção da doença, se comprovada, Rondonópolis vai ser beneficiada com coleiras para toda a cidade.

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Os bairros contemplados na segunda fase serão Vila Olinda, Pedra 90, Ana Carla e parte alta do Parque Universitário.

Sintomas da leishmaniose

Os sintomas que indicam se o animal está contaminado com a doença, são os seguintes: perda dos pelos; perda de apetite e peso; feridas no corpo; remelas em volta dos olhos; crescimento rápido e excessivo das unhas. O animal pode não apresentar nenhum dos sintomas e mesmo assim estar doente. Neste caso, é preciso prevenir.

Prevenção

Segundo o médico veterinário, o contato com o animal não transmite a leishmanioses. A doença é transmitida pelo mosquito, contaminado pelo cão. Para evitar o mosquito, são necessárias algumas medidas preventivas como manter o quintal limpo; evitar criação de galinha, próximo aos cães; higienizar o ambiente que o animal permanece e usar repelentes.

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