Acontece nesta quinta-feira (25), a 4ª Reunião da Câmara Técnica do Trigo (CTT) para debater o custo de produção do trigo irrigado no Brasil para futuro estabelecimento do preço mínimo na região, estudo de viabilidade para criação de moinhos de trigo em algumas cooperativas com infra-estrutura para irrigação, pesquisa e entre outros assuntos. O evento será na sala de reuniões da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), no Centro Político Administrativo (CPA), em Cuiabá, a partir das 13h30.

O pesquisador da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e coordenador da CTT, Hortêncio Paro, fala que a justificativa da existência da Câmara é o fato do Brasil produzir menos da metade do trigo que consome. Somente Mato Grosso consome anualmente 120 mil toneladas de farinha e 90% são importadas. “O cultivo do trigo é mais uma opção para rotação de cultura e estamos buscando parceria com os produtores irrigantes. O estado possui mais de 80 mil hectares de terra com irrigação”, destaca Paro.

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Serão debatidos também os experimentos conduzidos pelo IFMT e parceiros, no campo experimental em Campo Verde, situação do Projeto de Lei da Assembleia Legislativa que cria o Fundo de Apoio à Cultura do Trigo (Factrigo), que pretende captar recursos para o desenvolvimento da pesquisa e a possibilidade da Famato/Aprosoja e associação de irrigantes assumirem a gestão do Protrigo em Mato Grosso.

Segundo o coordenador, as ações do Protrigo estão avançando com a participação da comunidade científica de representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Instituto Mato-grossense de Algodão (IMA), Universidade de Várzea Grande (Univag), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT) e outros. “Nosso objetivo é a criação de políticas para o desenvolvimento da cultura do trigo no Estado”, resume Hortêncio.

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