O Ideb é um indicador geral da educação nas redes privada e pública. Foi criado em 2005 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e leva em conta dois fatores que interferem na qualidade da educação: rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e médias de desempenho na Prova Brasil, em uma escala de 0 a 10.

O ensino médio das escolas da rede estadual de Mato Grosso apresentou queda de desempenho na meta proposta pelo Ministério da Educação (MEC) para ser alcançada em 2013. Segundo dados divulgados pelo MEC no início do mês de setembro, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) obteve pontuação média do ensino médio de 2,7 pontos, abaixo do índice alcançado na edição anterior, em 2011, que foi de 3,1 pontos. A nota também é inferior à meta esperada pelo governo federal para este ano, de 3,1 pontos.

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O Ideb mostra também que em relação ao ensino fundamental (1º ao 5º ano) das escolas da rede pública de Mato Grosso (estadual e municipal), o índice do Ideb cresceu na média e superou a meta projetada. O desempenho foi de 5,2 pontos, acima de 2011 (4,9 pontos) e além do esperado pelo MEC, de 4,6 pontos.

O vereador e candidato a deputado estadual, Rodrigo da Zaeli (PSDB), explica que é necessário que se faça um investimento maior nos anos iniciais para que os frutos sejam colhidos mais tarde. “Neste sentido acredito que muito deve ser melhorado. Precisamos lutar pela valorização e qualificação dos professores e servidores e também cobrar maiores investimentos na Educação Básica, com aquisição de material pedagógico adequado para os alunos das escolas infantis e creches”.

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Ele comenta ainda que o investimento na ampliação e reforma dos prédios públicos que abrigam as unidades de ensino é necessário, pois assim garantem mais vagas e melhores condições de trabalho aos profissionais da área e aos alunos matriculados. “Precisamos buscar investimentos em infraestrutura nas escolas estaduais para aumentar o número de vagas e a qualidade de ensino disponibilizado aos nossos jovens”, fala.

Rodrigo da Zaeli lembra que escolas que proporcionam cursos técnicos profissionalizantes para os jovens, garantem mais qualidade no ensino e atraem os alunos, pois oferecem uma oportunidade maior de fazer parte do quadro de funcionários de uma determinada empresa após a conclusão dos estudos. “Para tanto é necessário que se faça projetos para propor a implantação destes cursos nas escolas de Ensino Médio para que todo jovem conclua o 2º Grau em condições de ingressar no mercado de trabalho”.

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O candidato acredita que ações e medidas deste gênero contribuem para que os índices possam ser satisfatórios e que as crianças consigam estar nos níveis das que estudam em outros estados e até mesmo das que estão matriculadas em escolas da rede privada.

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