Nas diversas visitas que tem feito pelo Estado de Mato Grosso, o candidato a deputado federal Adilton Sachetti (PSB) tem explicado de forma clara que a saída dele da Agecopa (hoje Secopa) foi motivada por interferência política em questões técnicas.

Sachetti lembrou que as obras não estavam saindo por critérios técnicos e sim por interferência de políticos e desta forma a condução da Agecopa ficou insustentável pela ele.

“Na época eu havia alertado e resolvi sair, hoje vemos o resultado das obras da copa aí, nem os centros de treinamentos que estavam previstos terminaram”, destacou Sachetti.

Ele explicou a questão do VLT, que segundo o candidato, poderá (caso entre em operação) , gerar custos altíssimos ao cidadão. “Na verdade, o VLT foi uma imposição e com isso, a passagem pode custar mais de R$ 12 e com certeza terá que ser subsidiada pelo Estado”, alertou. Sachetti, na época, defendia uma outra alternativa, que seria mais barata, com  a construção mais rápida e a custos menores.

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Sachetti deixou a Agecopa em outubro de 2010, na época a saída foi repercutida nos meios de comunicação. Ele ficou apenas noves meses no cargo e deixou claro a sua insatisfação com a condução das obras.

Agenda- Neste final de semana, Sachetti acompanha o candidato a governador Pedro Taques e o candidato a senado Rogério Salles na região do Araguaia, onde fará visitas e participará de eventos políticos. Sachetti tem viajado todo o Estado de Mato Grosso apresentado os métodos de trabalho que pretende desenvolver caso seja eleito deputado federal nas eleições de 5 de outubro.

 

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