Entender a importância das vitaminas no organismo humano é essencial para a definição de uma alimentação focada em boas fontes dessas substância e da prevenção da deficiência delas no corpo. As vitaminas são compostos orgânicos vitais à saúde humana, pois têm diversas funções bioquímicas. Algumas, como a D, têm ação semelhante a dos hormônios, como reguladores do metabolismo mineral, ou reguladores de células e tecidos de crescimento e diferenciação, assim como algumas formas da vitamina A.

frutasOutras funcionam como antioxidantes. É o caso da vitamina E e, às vezes, da vitamina C. Já as do complexo B atuam, em sua maioria, como precursores para cofatores de enzimas, que agem como catalisadores do metabolismo e são essenciais para produzir energia para o organismo: a biotina (B7 ou vitamina H) é parte de enzimas envolvidas na produção de ácidos graxos (lipídios); o ácido fólico (B9) pode levar grupos metil (necessários para formar DNA, por exemplo) para as células.

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Por isso, as vitaminas são essenciais para o crescimento e desenvolvimento normal de todos os seres humanos, bem como para manutenção e promoção da saúde. “Ela foi usada, inicialmente, para descrever substâncias do grupo funcional amina (um tipo de composto orgânico), pois, naquele tempo, pensava-se que todas as vitaminas eram aminas. Apesar do erro, o nome se manteve.

Os seres humanos precisam adquiri-las por meio da alimentação, uma vez que não são capazes de produzi-las – com exceção da vitamina D”, explica Aderuza Horst, nutricionista, doutora e pós-doutora em Ciência dos Alimentos pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP) e atualmente, nutrigeneticista do Centro de Genomas.

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Teste Genético

Por meio de um teste genético é possível identificar pacientes sob o risco de apresentarem deficiência de determinadas vitaminas, mas a insuficiência real só pode ser comprovada por exames bioquímicos. “Entretanto, com a informação genética podemos apontar o porquê da lacuna e se a suplementação poderá resolver o problema ou se será necessário adoção de outras medidas. Por isso, é importante que o teste de Nutrigenética seja solicitado e interpretado por profissionais capacitados e aptos a desenvolver um plano alimentar personalizado de acordo com o perfil de cada indivíduo”, explica Horst.

Este mapeamento pode ser feito em qualquer idade. O importante é que os pais da criança ou o indivíduo adulto entendam as implicações de um teste genético preditivo. “O DNA não muda, ele é essencialmente o mesmo em todas as nossas células. É importante destacar que um teste de Nutrigenética é uma ferramenta a mais que deve ser incorporada à rotina do profissional para direcionar as intervenções nutricionais mais adequadas ao perfil genético de cada indivíduo”, finaliza a nutricionista.

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