A seleção brasileira de ginástica artística conquistou um resultado histórico na disputa por equipes no Mundial da China. Disputa pela primeira vez a final da prova por equipes, o Brasil somou 263.562 pontos, terminando na sexta colocação.

O ouro foi para os donos da casa, com 273.369, que foram seguidos pelo Japão (273.269) e pelos Estados Unidos em terceiro (270.369). Até então, o melhor resultado verde-amarelo na história da disputa havia sido o 13º lugar em Tóquio-2011.

A seleção brasileira é composta por Arthur Nory Mariano, Arthur Zanetti, Diego Hypolito, Francisco Barretto, Lucas Bitencourt e Sérgio Sasaki.

O melhor desempenho do Brasil foi no salto, quando Diego, Sasaki e Nory conseguiram, somados 45,532 pontos, o que deixou a equipe em quarto lugar na primeira rotação. Sasaki, aliás, teve o melhor desempenho entre todos os competidores, com 15,566 pontos. Depois, nas paralelas, a equipe somou 43,199 com Chico, Bitencourt e Sasaki e caiu para a quinta posição.

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Em seguida, na barra fixa, o Brasil foi representado por Nory, Chico e Sasaki, somou 42,666 e ficou em sexto lugar, posição que seria mantida nos aparelhos seguintes. No solo, Sasaki, Nory e Diego fizeram 44,699 pontos. Chico, Bitencourt e Sasaki somaram 43,000 no cavalo com alças. Depois, Chico, Sasaki e Zanetti competiram nas argolas e conquistaram 44,466, sendo 15,633 de Zanetti, o terceiro melhor desse aparelho. E isso garantiu o sexto lugar para a equipe masculina do Brasil em Nanning.

Campeão olímpico e mundial das argolas, Arthur Zanetti comemorou o resultado:

— O Brasil conquistou o respeito do mundo duas vezes. Primeiro, por conseguir a classificação para a disputa de medalhas e, depois, por conquistar esse resultado maravilhoso. Mostramos ao mundo que é preciso abrir o olho porque o Brasil está aqui

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O Brasil ainda tem cinco chances de medalha finais individuais masculinas: nas argolas, com o próprio Arthur, no salto, com Sérgio Sasaki, no solo com Diego Hypólito e no individual geral com Sasaki e Arthur Mariano.

Apesar de ter ficado em terceiro na disputa por argolas da decisão por equipes, Arthur acredita que pode melhorar seu resultado:

— Achei que os juízes foram muito rigorosos. Depois da classificatória, pegamos os detalhes que podiam ser melhorados e consertamos. Minha série foi boa, cravei a saída e pensava que minha nota seria próxima de 16.000, mas foi 15.633. Mas faz parte. É uma competição e tenho de seguir agora para fazer uma boa apresentação na final.

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