Os candidatos que participaram das eleições deste ano têm até o dia 4 de novembro para prestar as contas finais de campanha. Como em Mato Grosso não houve 2º turno o prazo serve para todos.

Mesmo os candidatos que renunciaram ou desistiram da candidatura devem prestar contas à Justiça Eleitoral. Caso isso não aconteça ele pode ser impugnado na próxima campanha, como no caso do empresário José Carlos Ramalho (PR), que seria suplente de Wellington, mas teve que renunciar pois toda a chapa seria indeferida.

Candidatos que foram substituídos, indeferidos ou que não tenham feito nenhuma movimentação também devem mandar o balanço.

Até a 2ª prestação de contas dos candidatos ao Governo do Estado no site do TRE, quem mais gastou foi o eleito Pedro Taques (PDT) com uma despesa de mais de R$10 milhões.

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Sanções

O candidato que não prestar contas fica impedido de obter certidão de quitação eleitoral e não poderá ser diplomado. A sanção para o partido que deixar de apresentar as contas é a perda do direito ao recebimento da quota do Fundo Partidário do ano seguinte ao trânsito em julgado da decisão.

Caso a prestação de contas seja desaprovada, a Justiça Eleitoral remeterá cópia de todo o processo ao Ministério Público Eleitoral, que poderá pedir abertura de investigação judicial para apurar uso indevido, desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade.

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