Antes mesmo de assumir, a gestão do eleito governador de Mato Grosso Pedro Taques (PDT) já começa a causar ‘estranheza’ entre os deputados de oposição e até aos aliados. As últimas propostas de mudanças divulgadas por Taques já tem sido alvo de debate na Assembleia Legislativa (AL).

A questão que está realmente ‘pegando’ entre os deputados é a redução das secretárias e a demissão dos funcionários. O deputado José Domingos Fraga  (PSD) afirmou que reconhece a necessidade de se enxugar a máquina, porém ele alega que é preciso definir alguns critérios antes de iniciar a extinção das Secretarias. “Não dá para a mesma Secretaria que prende ter que cuidar de preso”, diz o parlamentar.

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O deputado Zeca Viana (PDT) que é do mesmo partido de Taques e que desde o início defendeu a bandeira do governador eleito, também fez críticas à maneira em que as coisas estão caminhando. Para Viana houve precipitação de Taques ao anunciar essas mudanças com pouco mais de uma semana das eleições.

TRANSIÇÃO

Otaviano Pivetta (PDT) que é o coordenador de transição do governador eleito Pedro Taques (PDT), confirmou nesta semana que logo no 1º ano de mandato a administração tomará “medidas impopulares”.

Entre as mudanças, a 1ª seria a demissão de funcionários em cargos de confiança, os denominados comissionados. “Demitir sempre é impopular e não irá agradar, mas é preciso porque o Estado está em seu limite”, alega Pivetta.

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