O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), pediu nesta segunda feira (13.10), a condenação de Lindomar Alves de Almeida pelos crimes de organização criminosa, roubo triplamente qualificado, tentativa de latrocínio e receptação. A expectativa é que sua pena seja superior a 40 anos de reclusão, uma vez que seus comparsas no bando em que era líder já tiveram pena fixada pela Justiça que somadas chegam a mais de 192 anos de reclusão.

De acordo com o Gaeco, foram apresentados os memoriais finais no processo criminal movido contra Lindomar.
Segundo as investigações, o acusado chefiava uma organização criminosa que praticou diversos assaltos à banco na modalidade “Novo Cangaço” no Estado de Mato Grosso.

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Ao contrário de oito integrantes da mesma quadrilha que foram presos, processados e julgados em setembro de 2012, Lindomar ficou foragido da Justiça e só foi capturado em 14 de novembro de 2012 no Estado da Bahia.

Segundo o Gaeco, o processo foi bem instruído e há provas robustas para a condenação de Lindomar, que atualmente está preso preventivamente em razão desse processo, no presídio federal de Catanduvas/PR.

Durante o período de monitoramento realizado pelo Gaeco, apurou-se que os assaltantes foram responsáveis pelos roubos contra o Banco do Brasil ocorrido na noite de 04 de julho de 2011, em Paranatinga/MT e também àquele que aterrorizou o Município de Campo Novo dos Parecis no dia 30 de agosto do ano de 2011, de onde foi levado cerca de R$1milhão.

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