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O estudo aponta que os adoçantes mudam a composição das bactérias benéficas do intestino –  Foto: Reprodução / Internet

Um estudo publicado na revista “Nature” no mês de setembro sugere o uso excessivo do adoçante por quem busca emagrecer e por pessoas portadoras de diabetes, pode apresentar riscos à saúde já que é apontado com um colaborador do desenvolvimento da resistência à insulina, etapa que é considerada o primeiro passo da diabetes.

“Não queremos dar nenhuma recomendação sobre o uso ou não dos adoçantes. Mas o consumo massivo dessas substâncias precisa ser debatido, porque, em nossos estudos, não observamos nenhum efeito benéfico — disse Eran Segal, pesquisador do Instituto Weizmann de Ciência.

Foto: DivulgaçãoO estudo realizado pelo Instituto de Ciência Weizmann, em Israel, foi feito com roedores e humanos, em um 1º grupo os animais tomaram adoçante (sacarina, aspartame e sucralose) em doses altas e o outro grupo ingeriram água ou açúcar. Os animais do 1º grupo desenvolveram intolerância à glicose. Para entender o caso, os pesquisadores estudaram os efeitos do adoçante na flora intestinal dos animais.

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De acordo com o estudo, os adoçantes mudam a composição das bactérias benéficas do intestino, o que dificulta o modo como o corpo lida com o açúcar da alimentação e pode resultar no aumento das taxas de açúcar no sangue, levando a diabetes.

A pesquisa porém não traz 100% de precisão, uma vez que, os pesquisadores esclarecem que os resultados não são suficientes para recomendar alterações no hábito das pessoas de como usam a sacarina.

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