A Polícia Federal chegou a autoria do vídeo que expôs a juíza eleitoral Ana Cristina Mendes e tentou desacreditá-la por ter relações próximas com a família Riva. A corregedora do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargadora Maria Helena Póvoas, recebeu a conclusão das investigações ontem  e que a pessoa que confeccionou e distribuiu o vídeo agiu de forma pessoal contra a magistrada e o autor, apesar de ter ligações com um das coligações que disputam o pleito, não tem mandato eletivo ou teria interesse eleitoral de prejudicar a juíza.

“Não houve interesse político, a intenção era afastar a magistrada porque a pessoa tem problema de relacionamento pessoal com elea e quis aproveitar o momento para fazer essa retaliação de ordem pessoal e desacreditá-la no processo. Fizemos o encaminhamento das investigações para a juíza e ela, se quiser, acione esta pessoa na justiça comum”.

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A desembargadora lembrou também que assim como a juíza Ana Cristina Mendes, ela também já participou de ações realizadas pela Sala da Mulher da Assembleia Legislativa para debater sobre a violência domésticam, na época em que era conduzida por Janete Riva (PSD). “Fui diversas vezes lá e isso não me impediu de votar contra a candidatura do marido dela”, argumentou.

O vídeo mostra que o marido da juíza, o tenente-coronel Alexandre Corrêa Mendes, teria furado a fila de promoção a pedido de Riva e o oficial fazia segurança do deputado na campanha. Além disso, a filha dela estaria lotada no gabinete do deputado.

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