A coleção de moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 é a maior já lançada pelo Banco Central (BC). As moedas de ouro, de prata e de R$ 1 homenageiam os esportes e a cidade do Rio de Janeiro, onde serão disputados os jogos.

“As moedas representam o orgulho de ter abraçado esse desafio [de sediar as Olimpíadas] e serão lembradas como registro de um evento que marcou a história do país”, disse o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, que entregou exemplares ao ministro do Esporte, Aldo Rebelo, ao prefeito Eduardo Paes, ao governador Luiz Fernando Pezão, e ao presidente do Cômite Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman.

A coleção terá 36 moedas que serão disponibilizadas em quatro etapas, sendo a segunda já em fevereiro do ano que vem. Cada etapa terá uma moeda de ouro, quatro de prata e quatro de R$ 1. A de ouro traz desenhos do Cristo Redentor e da corrida de 100 metros rasos. A tiragem máxima para as moedas de ouro é 5 mil – 2 mil foram disponibilizadas para venda pelo BC a partir de hoje. Cada moeda de ouro custa R$ 1.180 e a compra pode ser feita pela internet, no site do Banco do Brasil.

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Para iniciar a primeira etapa de vendas, o Banco Central disponibilizou 8,7 mil de cada tipo das moedas de prata, que terão tiragem máxima de 25 mil cada. Essas moedas mostram no anteverso a prática de esportes típicos do carioca em paisagens da cidade, como o ciclismo na Floresta da Tijuca e o remo na Lagoa Rodrigo de Freitas. No reverso, a arquitetura, a fauna, a flora e a música do Rio são os temas, na primeira etapa representados pela Toninha, uma espécie de golfinho, a bromélia, os Arcos da Lapa e a bossa nova. A moeda de prata custa R$ 195.

Já as moedas de R$ 1 custam R$ 13, se forem compradas na cartela comemorativa. A programação, no entanto, é colocá-las em circulação por meio da rede bancária, com a tiragem máxima de 20 milhões por tipo de moeda, chegando ao total de 320 milhões de unidades. “Dá quase duas para cada brasileiro”, brincou o chefe do Departamento do Meio Circulante do BC, João Sidney Figueiredo.

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Figueiredo disse ainda que 50% das moedas de ouro e entre 50% e 60% das de prata devem ser exportadas. A expectativa de vendas em comparação com as da Copa do Mundo é boa: “A expectativa é muito positiva, porque vendemos 96% de toda a tiragem que foi colocada para a Copa do Mundo, e ainda há interesse. Da mesma forma será com as [moedas] olímpicas. Mas, diferentemente da Copa, essas serão únicas. Na Copa, vários países lançaram moedas similares. Essas serão exclusivamente brasileiras. Imaginamos, portanto, que serão todas vendidas”.

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