O Consórcio Antiferrugem registrou até o momento 16 casos de ferrugem asiática em Mato Grosso. Destes, apenas oito são em lavouras comerciais localizadas nos municípios de Nova Maringá, Nova Ubiratã e Tapurah e foram identificados pela Faculdade Centro Mato-grossense (FACEM). A situação exige atenção dos agricultores, pois em novembro do ano passado foram registrados apenas três casos.

“O momento é de alerta. Os agricultores devem realizar o monitoramento das lavouras, seguir as orientações de um engenheiro agrônomo, também, as recomendações do Consórcio Antiferrugem, e com aplicação de fungicidas de diferentes modos de ação”, diz Nery Ribas, diretor técnico da Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja).

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O Consórcio Antiferrugem é uma parceria público-privada criada para combater a ferrugem asiática no Brasil. Fazem parte do consórcio fundações, universidades, institutos de pesquisa, entidades representativas, entre outros. O objetivo é levar ao agricultor todas as informações disponíveis sobre a doença e capacita-lo para o manejo.

O clima favorável, com regularidade de chuvas e altas temperaturas, exige atenção redobrada, capacitação da equipe técnica e monitoramento. As orientações podem ser encontradas no link do Consórcio Antiferrugem: http://migre.me/n8oML.

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