A força tarefa que apura os crimes cometidos na “Operação Ararath” foi prorrogada pela terceira vez, conforme anunciou o procurador geral da República, Rodrigo Janot, no fim da tarde desta terça-feira (11).

A “Operação Ararath”, investiga há um ano um esquema de lavagem de dinheiro público através de empresas de factoring, construtoras e bancos. As investigações serão mantidas, no mínimo, até 20 de fevereiro de 2015 e estão trabalhando na operação o grupo especial de cinco procuradores do MPF – Gustavo Pessanha Veloso, Rodrigo Leite Prado, Ronaldo Pinheiro Queiroz, Vanessa Ribeiro Scarmagnani e Denise Müller Slhessarenko.

A decisão de manter a investigação é em decorrência da existência de 10 inquéritos com cerca de 200 investigados por supostas participações em crimes dos mais variados tipos, conforme divulgou a assessoria de imprensa do MPF em Mato Grosso. “Existe um volume considerável de documentos apreendidos em várias fases da operação que precisam ser analisados detalhadamente”, explicou.

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Até o momento o principal denunciado na operação é o ex-secretário de Fazenda, Copa e Casa Civil, Éder Moraes, que é acusado de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e ocultação de bens. Seis ações penais já foram protocoladas na Justiça Federal contra os investigados na “Operação Ararath”.

SOBRE A INVESTIGAÇÃO

A força tarefa foi criada em junho deste ano e agora segue até fevereiro de 2015 sendo que haverá suspensão dos trabalhos somente entre 20 de dezembro e seis de fevereiro diante do recesso do órgão.

Na lista de investigados pelo MPF constam Silval Barbosa, senador Blairo Maggi (PR), promotor Marcos Regenold Fernandes, conselheiro Sérgio Ricardo (PR), além de outras autoridades que ainda não tiveram seus nomes envolvidos nas seis fases da operação.

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