O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias com renda até cinco salários mínimos, desacelerou de 0,49% em setembro para 0,38% em outubro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (7), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em outubro de 2013, o INPC havia sido 0,61%. A inflação para famílias com renda mais baixa também foi menor que a captada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, que atingiu 0,42% em outubro.

Considerando os últimos 12 meses, o índice está em 6,34%, abaixo dos 6,59% dos 12 meses anteriores.

Em outubro, pelo INPC, os produtos alimentícios tiveram alta de preços de 0,44%, enquanto os não alimentícios apresentaram inflação de 0,35%. Em setembro, os resultados foram 0,73% e 0,39%, respectivamente.

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Regiões

Quanto aos índices regionais, o menor foi o de Salvador (0,10%), onde as contas de energia elétrica ficaram 4,01% mais baratas em função das alíquotas do PIS/Pasep/Cofins.

A queda de 4,15% no item empregado doméstico também influenciou o resultado do mês. O maior índice regional foi o de Goiânia (0,70%), em função da alta da energia elétrica (6,57%), que teve reajuste de 19,00% desde o dia 12 de setembro.

O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de um a cinco salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

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Para o cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 30 de setembro a 28 de outubro de 2014 (referência) com os preços vigentes no período de 29 de agosto a 29 de setembro de 2014.

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