As dez fobias mais comuns:

Nº 1 – Animais

50% das fobias estão ligadas a insetos, cobras, aracnídeos ou pássaros

Nº 2 – Altura

48% das pessoas têm medo de ficar em lugares altos

Nº 3 – Espaços apertados

34% detestam túneis, cavernas e elevadores

Nº 4 – Voar

31% têm medo de viajar de avião

Nº 5 – Água

26% não conseguem ficar em um local com água aberta

Nº 6 – Dentista

25% prefeririam nunca ir ao consultório

Nº 7 – Sangue

22% surtam por qualquer ida ao laboratório

Nº 8 – Tempo ruim

21% têm medo de trovões ou relâmpagos

Nº 9 – Multidões

17% entram em pânico em lugares com muita gente

Nº 10 – Hospital

15% mal colocam os pés na porta do estabelecimento

Conheça os métodos que podem ajudar:

Terapia cognitivo-comportamental (TCC)

O terapeuta faz com que o paciente entre em contato com pensamentos e comportamentos ligados ao medo e enfrente o fator que provoca a fobia. Se a pessoa tem medo de altura, por exemplo, pode ser que ela seja levada a uma escada ou à varanda de um apartamento. Se o problema for aranhas, o especialista a princípio irá mostrar fotos do animal. Em seguida, colocará o indivíduo a 3 metros de um terrário e, algum tempo depois, ao lado dele. Após algumas sessões, o paciente tocará a aranha com um pincel, depois com uma luva e, finalmente, colocará a mão sobre ela. E esse tratamento comprovadamente funciona. Pessoas com aracnofobia que passaram por esse processo durante um estudo da Universidade Northwestern, nos EUA, se livraram da fobia em seis meses. “Essa é realmente uma boa alternativa de tratamento”, afirma Robertha Haddad Blatt. Pesquisas apontam que a terapia cognitivo-comportamental funciona em 95% dos casos, mas o paciente tem que se comprometer. Isso significa não faltar às sessões, que podem ser bem longas, e fazer a lição de casa.

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Hipnose

Ela é menos estudada do que a TCC e a terapia da realidade virtual, mas a hipnose tem seguidores fiéis. Evidências mostram que, na prática, quando o terapeuta leva o corpo e a mente do paciente a um estado de consciência alterado e faz com que ele “encare” seus medos por uma hora, pode ser bem eficaz. “A hipnose é frequentemente usada em conjunto com a TCC, porque é provável que seja mais fácil reconhecer seus instintos irracionais e os padrões de pensamento lógico quando o cérebro está descansando”, diz Reid Wilson. Para quem quer ir com calma, esse tratamento pode ser uma boa forma de dar um pequeno passo em direção ao enfrentamento do seu medo. A maioria dos pacientes tem uma melhora entre quatro e 12 sessões.

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Terapia da realidade virtual

Algumas situações de medo, incluindo voar ou falar em público, podem ser muito difíceis de ser repetidas em uma sessão de terapia. É aí que entra o tratamento com a realidade virtual. O paciente usa um capacete simulador (pense em uma tela com um vídeo 3D na sua cara) que o transporta a, digamos, um avião ou uma sala de palestra. “Um terapeuta treinado usa o computador para monitorar a pessoa enquanto controla o que ela vê e ouve e as reações do cérebro diante de cenas que poderiam estar acontecendo na vida real”, explica Antony. Assim como a terapia cognitivo- comportamental, o processo leva a mente a pensar que essas situações são normais e nada ameaçadoras. Tratamentos semanais duram uma hora ou mais e começam a fazer efeito entre três e 12 sessões.

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