Empresários de duas gráficas e outras pessoas investigadas na operação ‘Edição Extra’ devem prestar depoimento ainda nesta terça-feira (23) na Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), em Cuiabá. A operação busca desmantelar um esquema que teria lesado os cofres públicos em R$ 40 milhões para contratação de serviços gráficos para o Estado.

Até o momento estão presos os irmãos Dalmi e Fábio Defanti, donos da Gráfica Print, Jorge Defanti, proprietário da Gráfica Defanti e um funcionário do último envolvido. Os quatro tiveram a prisão decretada no final de semana com base em informações de que os empresários teriam apagado arquivos que comprovariam que eles realizaram serviços para o governo.

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ENTENDA O CASO

Os empresários são suspeitos de superfaturamento de produtos gráficos para fornecimento ao Estado. As fraudes estão relacionadas ao pregão nº 93 do ano de 2011 e o contrato de 2012, no valor de R$ 40 milhões. Desse pregão originou a ata de registro de preços utilizada pelo Estado para compra do material gráfico.

As empresas foram contratadas para fazer cartões de visita, cartazes, cartilhas, certificados, banners, folders, convites, envelopes, panfletos, crachás, formulários, entre outros. A licitação começou a ser investigada depois da denúncia de um empresário que teria sido convidado a participar do conluio para concorrer.

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