A Comissão Europeia anunciou ontem (8) financiamento de 60,5 milhões de euros (cerca de R$ 188 milhões) para combater o surto de ebola na África Ocidental, incluindo a Guiné-Bissau, no âmbito da prevenção.

O anúncio foi feito pelo comissário europeu para a Cooperação Internacional, Neven Mimica, durante visita à Guiné-Conacri, um dos países cujo governo vai receber diretamente apoio – tal como o da Libéria – para ajudar a lidar com o impacto econômico de combate ao vírus da doença.

A Guiné-Conacri vai receber ajuda no valor de 11 milhões de euros (R$ 34 milhões) e a Libéria, 14 milhões de euros (R$ 43 milhões).

A ajuda financeira inclui mais 20 milhões de euros (R$ 62 milhões) para apoiar o plano de saúde lançado em 2013 para enfrentar a epidemia na Guiné-Conacri.

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A Guiné-Bissau partilha com o Mali, Burkina Faso, o Togo, a Costa do Marfim e Mauritânia uma verba de 11 milhões de euros (R$ 34 milhões) para investimento na prevenção da febre hemorrágica.

Um total de 4,5 milhões de euros (R$ 14 milhões) destina-se a custear a prevenção de violência e a reduzir tensões que possam surgir em zonas fronteiriças dos países afetados.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, no dia 28 de novembro, havia 2.155 casos de ebola na Guiné-Conacri, com 1.312 mortos, 7.635 casos na Libéria, com 3.145 mortos, e 7.109 em Serra Leoa, com 1.530 mortos.

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