O suplente Gilmar Fabris (PSD) que tenta uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE) e que estava substituindo o deputado José Domingues Fraga (PSD) na Assembleia Legislativa teve que deixar a cadeira na Casa de Leis. Isso porque o Ministério Público do Estado (MPE) encontrou irregularidades no pedido de 121 dias de afastamento feito por Fraga. Agora a licença será revogada pela Presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Neste caso, o MPE analisou que quando a licença foi deferida, restavam apenas 66 dias para o término do seu mandato. No entanto, o pessedista se licenciou por 121 dias. Por isso, o MPE sugeriu que se a licença fosse reeditada teria que ter prazo máximo de 66 dias.

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Fraga retomou as atividades parlamentares na sessão ordinária de hoje (09) e fica até o término da legislatura atual, em fevereiro de 2015, quando ocorrerá a eleição para a nova Mesa Diretora.

Nesse pequeno período que Fabris esteve na AL, ele foi alvo de ações do MPE. (Saiba mais)

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