A última vez que a Ferrari conquistou um título no Mundial de Fórmula 1 foi em 2007, quando o finlandês Kimi Raikkonen sagrou-se campeão. A longa ausência da escuderia, que é uma das mais tradicionais da categoria, no topo do pódio, foi comentada pelo presidente da Federação Internacional de Automoblismo. Para ele, a equipe italiana está cansada.

– A Ferrari não está doente, é exagero. É como alguém que está um pouco cansado e precisa ir ao médico. Todos nós sabemos que a Ferrari tem um carisma muito grande no mundo, mas ainda mais na Itália, onde é uma questão bem emotiva mesmo. Essa fascinação significa que a Ferrari às vezes toma decisões mais rápido que outros times. A situação precisa ser analisada detalhadamente para que seja traçado um plano, mas sem uma revolução – relatou Todt, que trabalhou no cargo de diretor executivo da Ferrari de 2004 a 2008, em entrevista à emissora italiana RAI.

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Para ele, a escuderia já vem promovendo algumas grandes mudanças nos últimos tempos. Em setembro, Luca di Montezemolo deixou a presidência depois de 23 anos no poder para dar lugar a Sergio Marchionne. Maurizio Arrivabene é o novo chefe da equipe. A saída do experiente Fernando Alonso, dando lugar ao tetracampeão mundial Sebastian Vettel, mostra que a  Ferrari está pensando em novos ares para o futuro. Seu companheiro de equipe será justamente o homem do último título, Kimi Raikkonen.

– Vencer faz parte da história da Ferrari, mas você não pode vencer sempre. Eu me lembro que, quando começamos a vencer, muita gente começou a falar que estava cansada porque sabia o resultado antes da corrida – concluiu.

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