Se depender do presidente estadual do PMDB, o deputado federal Carlos Bezerra, a dobradinha entre PT e PMDB para disputar eleições não se repetirá em Mato Grosso. As siglas são aliadas no comando da Presidência do Brasil, mas por aqui não tem dado bons frutos essa parceria. Para Bezerra os dois partidos devem caminhar separados, já que nas duas vezes que se juntaram saíram derrotados das urnas.

Na 1ª vez foi quando Lúdio Cabral (PT) disputou a Prefeitura de Cuiabá, em 2012, e a 2ª vez foi neste ano quando o petista perdeu a disputa contra o Pedro Taques (PDT).

Segundo Bezerra, o próprio PT prejudicou Lúdio nas eleições de 2014. Para ele a legenda estava dívida, mostrava resistência a Lúdio e desejo de ter em seu quadro de filiados o ex-juiz Julier Sebastião, que acabou se filiando ao PMDB, mas não foi escolhido para disputar nenhum cargo da majoritária.

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“O maior problema não foi conosco, foi com o próprio PT. A sigla estava rachada, a cúpula do PT não queria a candidatura do Lúdio e resistiu até a última hora. E isso atrasou tudo, atrapalhou tudo”, afirmou Bezerra em entrevista ao jornal A Gazeta.

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