A presidente Dilma Rousseff (PMDB) deve encarar um 2º mandato complicado e para enfrentar o que vem pela frente, Rousseff precisará mais do que nunca do apoio do PMDB, partido de seu vice-presidente, Michel Temer. A petista começará o ano tendo de administrar uma crise política gerada pelos desdobramentos da Operação Lava Jato e ainda terá como desafio fazer a economia do País voltar a crescer.

Rousseff viu sua base de sustentação no Congresso encolher e a oposição sair fortalecida das eleições de outubro. Cenário bem mais delicado do aquele encontrado quando PT e PMDB fecharam aliança formal, no início do 2º mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Naquele período, Lula colhia os benefícios de uma economia em crescimento e contava com altas taxas de popularidade, o que fazia com que sua base aliada dependesse mais dele, e não o contrário.

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Com a consciência da imprescindibilidade do PMDB que a presidente já decidiu que dará ao partido mais um Ministério, totalizando seis pastas. Além disso, a própria legenda já emitiu sinais neste ano de que o governo precisará mais dele no próximo mandato.

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