As investigações da Operação Lava Jato continuam a todo vapor. Desta vez, a informação divulgada foi relacionada as doações de campanha que teve o envolvimento das empresas citadas na Operação e o governador eleito Pedro Taques (PDT) também não escapou e foi envolvido como beneficiado. Das nove empreteiras investigadas na Operação Lava Jato, sete contribuíram para o caixa de campanha de 19 governadores eleitos.

São elas a OAS, Odebrecht, Queiroz Galvão, UTC, Engevix, Galvão Engenharia e Camargo Corrêa que doaram R$ 38,9 milhões, de acordo com informações publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo, na semana passada. As mesmas empreiteiras doaram R$ 72,5 milhões para as campanhas presidenciais de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).

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De acordo com o jornal paulistano, o candidato que mais recebeu dinheiro dessas empresas foi Rui Costa (PT), eleito governador da Bahia: R$ 9,4 milhões. Depois vem Geraldo Alckmin (PSDB), reeleito em São Paulo, com R$ 6,99 milões, e Renan Filho (PMDB), que governará Alagoas a partir do próximo ano, com R$ 4,94 milhões. Em alguns casos, como do petista e do peemedebista, as doações equivalem a 30% do total. Das empresas, a campeã de repasses foi a Odebrecht, que doou R$ 16,6 milhões para 13 governadores eleitos.

Já em Mato Grosso o próximo governador Pedro Taques (PDT) é citado, já que teria recebido uma doação abaixo de R$ 1,250 milhão da Odebrechet. As contas de Taques devem ser votadas nesta semana pela Justiça Eleitoral e possui parecer favorável por parte do Ministério Público.

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