A velocista brasileira Vanda Gomes foi pega em exame antidoping e suspensa provisoriamente das competições nesta segunda-feira, 8. A atleta testou positivo para a substância proibida Anastrozole (Hormônio e Modulador Metabólico – S4), proibida pela Agência Mundial Antidoping (Wada). Através de nota oficial, o Pinheiros, clube de Vanda, se posicionou, assim como a paranaense. A atleta, que deixou cair o bastão durante o revezamento 4x100m no Mundial de 2013, garantiu que o doping foi involuntário.

Em poucas palavras, a atleta de 26 anos explicou que usou a medicação de forma particular, sem conhecimento do clube paulista. Vanda relata que não se atentou à substância presente na medicação. Ela utilizou o medicamento para prevenir um câncer de mama e para tratar um um hiperestrogenismo, doença que faz com que o corpo produza em excesso o hormônio sexual feminino. Por fim, Vanda disse que irá responder pela falha cometida.

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– Utilizei a medicação a partir de consulta com um médico particular, como forma de prevenção a um possível problema de saúde. Infelizmente não me atentei à substância presente no medicamento e, por isso, não consultei nem informei a equipe do clube a respeito. Foi uma decisão particular, pela qual agora irei responder – frisou Vanda.

Por meio de nota oficial, o Pinheiros esclareceu que não tinha conhecimento do uso da substância pela atleta, e lembra que nenhum medicamento foi receitado pela equipe médica do time de atletismo. O clube lembrou também que todos os atletas recebem orientações sobre os medicamentos que podem se usados e dos que constam na lista antidoping da Wada, Agência Mundial Antidoping.

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Veja abaixo na íntegra

A respeito da suspensão provisória da atleta Vanda Gomes, por testar positivo em exame antidopagem, o Esporte Clube Pinheiros esclarece que desconhecia a utilização do medicamento pela atleta.

Esclarecemos ainda que o Pinheiros mantém seus atletas informados, periodicamente, a respeito das substâncias que podem causar doping e que o medicamento foi receitado para a atleta por um profissional de confiança da mesma, e não pela equipe médica do clube.

Segundo a atleta, o medicamento foi receitado por seu médico, para tratamento de “hiperestrogenismo” e como forma de prevenção ao câncer de mama.

“Utilizei a medicação a partir de consulta com um médico particular, como forma de prevenção a um possível problema de saúde. Infelizmente não me atentei à substância presente no medicamento e, por isso, não consultei nem informei a equipe do clube a respeito. Foi uma decisão particular, pela qual agora irei responder”, afirma Vanda.

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