As boas novas de austeridade e controle da máquina pública logo no início de mandato do governador Pedro Taques (PDT), demonstram a determinação e a boa vontade do novo governo em acertar, mas a ânsia de se mostrar como o paladino da justiça pode causar sérios problemas ao novo governador.

Acontece que o propalado anuncio do estorno feito pelo Banco do Brasil, de quase R$ 100 milhões em pagamentos feitos pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB) pode acabar colocando Pedro Taques e o Banco do Brasil no banco dos réus.

De acordo com o site MT Aqui, este estorno feito pelo BB, que teria sido um agrado feito a Taques, já acendeu a luz de alerta no Ministério Público Estadual (MPE) e Federal (MPF), isso porque, com o bem dito estorno, o governo Taques teria se apropriado indevidamente do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), além dos Fundos de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE), de Participação dos Municípios (FPM), de Compensação pela Exportação de Produtos Industrializados (FPEX) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que foram repassados aos seus favorecidos, mas que retornaram aos cofres do estado após a operação do BB.

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Ainda segundo o site, algo em torno de R$ 30 milhões do total do estorno feito pelo BB seriam dos impostos e fundos que deveriam ter sido repassados aos municípios. O site MT AQUI tentou contato com o secretário de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz), Paulo Brustolin, que não foi localizado para falar sobre o escândalo. Porém, uma fonte na Sefaz, garantiu que uma equipe queimaria pestana na noite desta quinta-feira, para tentar consertar o mais rápido possível “o estrago”.

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