Após anunciar o encerramento das atividades e o leilão de equipamentos e carros, devido a problemas financeiros, a Marussia não descarta continuar na Fórmula 1 em 2015. Em entrevista à emissora “Sky Sports”, o chefe da equipe, Graeme Lowdon, admitiu que peças essenciais para a continuidade do time na F-1 não foram vendidas. Porém, o dirigente destacou também que caso alguma dessas peças seja vendida no leilão que se encerra na próxima quarta-feira (21), o retorno será difícil.

– Já houve alguns lances, mas nenhum equipamento vendido até o momento é essencial para a continuidade da equipe. Porém, se algum desses equipamentos essenciais for vendido, o retorno será bem difícil. Entretanto, é perfeitamente possível o retorno da equipe. Seriam boas notícias para a Fórmula 1 e para nossos fãs, certamente – afirmou Lowdon.

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Ainda segundo a emissora, a sede da Marussia, em Banbury, na Inglaterra, foi adquirida por Gene Haas, dono da Haas, equipe que estreará na Fórmula 1 em 2016. Em dezembro, Haas disse estar atento ao leilão da Marussia, já que via mais vantagem em comprar peças de outras escuderias do que produzi-las.

A crise financeira fez a Marussia não participar dos três últimos GPs de 2014 (Estados Unidos, Brasil e Abu Dhabi) e entrar em administração legal. No entanto, na lista divulgada pela Federação Internacional de Automobilismo, de times inscritos na Fórmula 1 para 2015, a escuderia aparece com o nome de Manor.

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