O ex-diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, juntamente com mais quatro, serão alvos de uma ação civil pública por parte do Ministério Público Federal (MPF) por deixar de emitir 350 mil multas de caminhões que trafegavam em excesso de velocidade pelo país. Eles deverão responder por improbidade administrativa.

Segundo as investigações, eles teriam deixado de fazer a cobrança das multas as empresas infratoras e teria gerado prejuízo de R$ 126 milhões aos cofres públicos.

Também foram denunciados os ex-presidente dos Correios, Carlos Henrique Almeida Custódio, e os ex-diretores da empresa Alberto Dias e José Luiz Martins Chinchila e o ex-coordenador de operações rodoviárias do Dnit, Luiz Cláudio dos Santos Varejão,

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Ainda de acordo com o MPF, depois de desvendado os esquemas, os acusados ainda tentaram descaracterizar a infração com a justificativa de falta de pagamento. Depois, os correios alegaram que havia uma inadimplência com o Dnit e por isso não teriam encaminhado a multa. Porém para os procuradores, isso é apenas uma estratégia de defesa.

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