Após um ano de investigação, a Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (28), a “Operação Soberba” em Mato Grosso e Minas Gerais, com objetivo de desarticular uma organização criminosa e combater o tráfico internacional de drogas. De acordo com a PF, a quadrilha era financiada por um doleiro de Cuiabá que mantinha o negócio em funcionamento usando empresas de turismo de fachada no estado de São Paulo.

Hoje devem ser cumpridos durante a operação, 11 mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária, 13 mandados de condução coercitiva e 18 de busca e apreensão nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Mirassol do Oeste, em Mato Grosso. No estado de MG, a PF devem cumprir os mandados em Barão dos Cocais, Inhapim, Governador Valadares, e Coronel Fabriciano. Em São Paulo, na capital e em Guarulhos.

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A Justiça Federal determinou o bloqueio das contas bancários dos investigados, além do sequestro de bens.

De acordo com as investigações, a droga era comprada na Bolívia e entregue por intermediadores na fronteira, o principal destino era Minas Gerais com ramificações em Portugal e Espanha. Conforme a PF, os principais investigados estavam em Cuiabá e Várzea Grande.

Durante as investigações, cinco pessoas foram presas em flagrante. Além das prisões, a Polícia Federal (PF) apreendeu 218 quilos de pasta base de cocaína, 1 quilo de cloridrato de cocaína, R$ 34 mil, U$ 195 mil e veículos.

A Polícia Federal ainda informou que a quadrilha tinha uma advogada que dava suporte atuando como informante do tráfico, ela catalogava placas de viaturas utilizadas no combate ao crime e entrava com pedido judicial pedindo a devolução do carro usado para realizar o transporte da droga. A advogada é um dos alvos da operação e também teve a prisão decretada.

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De acordo com a PF, o nome da operação se deve a ostentação perante a sociedade.

 

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