A Ferrari não vai voltar a contar com uma base para a operação da F1 no Reino Unido — não enquanto Sergio Marchionne for o presidente. O dirigente negou veementemente que a escuderia esteja estudando essa proposta.

No passado, isso já aconteceu. Foi o que a escuderia precisou fazer para contratar o projetista inglês John Barnard no final da década de 1980, já que ele não aceitou se mudar para a Itália. Desta forma, recebeu da escuderia uma grande quantia para estabelecer uma base no Reino Unido. Chegou a sair do time após 1989 e retornou em 1993, sempre trabalhando da Inglaterra.

Barnard trabalhou para a Ferrari até o início de 1997.

Segundo a ‘Speed Week’, uma das razões pelas quais o time não conseguiu firmar contrato com engenheiros — como Adrian Newey — por não ter uma base na terra da rainha. Mas, ouvido pela reportagem, Marchionne descartou qualquer mudança, mantendo o quartel-general em Maranello.

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“A Ferrari é a Itália, e essa exclusividade será mantida intocável. Uma Ferrari deve ser construída na Itália, e qualquer outra coisa seria uma blasfêmia”, declarou.

A Ferrari mudou bastante seu estafe técnico desde o fim da última temporada, com a saída de gente como Pat Fry e Nikolas Tombazis. O projeto do novo carro está sendo coordenado pelo novo diretor-técnico, o inglês James Allison, contratado junto à Lotus no fim de 2013. O lançamento será feito pela internet no dia 30 de janeiro.

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