O racha dentro do Partido da República para a disputa da presidência e mesa diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso é apenas uma continuidade da disputa interna que aconteceu durante a eleição de 2014, quando vários candidatos a deputado estadual da sigla desobedeceram as determinações da legenda no estado e apoiaram, mesmo que veladamente, de forma incondicional o governador Pedro Taques (PDT) e contra o candidato da coligação, o ex-vereador cuiabano Lúdio Cabral (PT).

Agora a fatura chegou para Taques, que segundo uma fonte da Coluna Bastidores, se vê obrigado a fazer campanha abertamente para o principal mentor da traição da sigla republicana em 2014, o deputado reeleito Emanuel Pinheiro.

Ainda segundo a fonte, Nininho e Rezende também fariam parte do grupo “traidor” e estariam apostando suas fichas na eleição de Pinheiro para tentar, com a força da máquina na assembleia tomar o PR do seu presidente, o senador Wellington Fagundes.

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Apesar do “racha”, Fagundes, afirma que não há divergências internas e que o PR pode estar em duas chapas diferentes, “esta não é uma questão partidária. Eles têm que buscar o apoio dos outros parlamentares, todos têm o direito de se candidatar, mas o ideal é que tivéssemos um único nome”, atenuou o senador. Apesar dos panos quentes o “clima” dentro do partido é disputa acirrada e segundo a fonte da Coluna o episódio pode se prolongar até as eleições municipais do ano que vem.

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