As refeições em bares e restaurantes são responsáveis pela maior influência na alta sobre o Índice de Preços ao Consumidor-Semanal (IPC-S) em 2014. O setor teve alta de 8,84%. As tarifas de eletricidade residencial e o aluguel residencial também pesaram, com altas, respectivamente, de 14,74% e 7,74%. O IPC-S, que mede a inflação no varejo, fechou 2014 em 6,87%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Conforme os dados, no fechamento de dezembro, o indicador ficou em 0,75%, quase a mesma taxa registrada na apuração anterior.

Das oito classes de despesa usadas no cálculo do IPC-S, cinco mostraram avanços menores, com destaque para o grupo habitação, de 0,8% para 0,7%. A alta da tarifa de eletricidade residencial passou de 3,24% para 2,65%.

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Seguiram o mesmo comportamento os grupos educação, leitura e recreação, passando de 1,19% para 0,89%; transportes, de 0,73% para 0,66%; comunicação, de 0,58% para 0,49%; e despesas diversas, de 0,21% para 0,2%.

Na contramão, subiram ainda mais os preços de alimentação, de 0,85% para 1,06% e vestuário, 0,62% para 0,72%.

O grupo saúde e cuidados pessoais manteve a mesma variação, de 0,52%.

 

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