O Vaticano negou hoje (12) que esteja em alerta máximo contra ataques terroristas e que tenha recebido informações de serviços de inteligência de outros países de que seria um alvo provável de ataques do grupo Estado Islâmico (EI).

“Contrariamente ao que foi divulgado por alguns meios de comunicação, não é verdade que a Santa Sé tenha recebido sinalização sobre riscos específicos de serviços de segurança”, afirmou o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.

Ele admitiu que houve contatos “normais e oportunos entre serviços de segurança”, mas que não resultaram em “sinalização de motivos concretos e específicos de risco”.

“Não é o caso de alimentar preocupações não motivadas, que possam inutilmente perturbar o clima de vida e de trabalho, e isso também no que diz respeito aos tantos peregrinos e turistas que todos os dias frequentam o Vaticano”, concluiu Lombardi.

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