Deputado Zeca Viana - Foto: assessoria/ AL
Deputado Zeca Viana – Foto: assessoria/ AL

Após não conseguir emplacar a sua candidatura ao comando da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, o presidente do PDT em Mato Grosso, deputado estadual Zeca Viana (PDT), soltou o verbo durante uma entrevista a um canal de televisão cuiabano. Viana que participou bem de perto da campanha de Taques, acabou não tendo o apoio que achou que teria do governador empossado.

“O governador negociou diretamente com os deputados”, contou Viana na entrevista. Conforme Viana, a conversa teria ocorrido de forma individual no próprio Palácio Paiaguás, na contramão das afirmações de que ele (Taques) não interferiria no processo eletivo. “Fiquei surpreso com a forma que ele conduziu isso. Pregamos a moralidade e transparência no Poder Público. Ele pisou na bola”, acrescenta.

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Para Viana tudo isso foi uma surpresa, já que esse não era o “combinado” entre os colegas e que ele achava que estava com a eleição praticamente ganha antes do episódio. “Eu confio demais”.

De acordo com Viana a interferência de Taques, ocorreu em razão da participação de deputados “da oposição” na chapa inicialmente definida com Guilherme Maluf (PSDB) na presidência e Mauro Savi (PR), com primeiro-secretário, que é considerado braço-direto do deputado José Riva (PSD), principal adversário político do governador pedetista. “Fui eleito pela situação e tinha oposição do meu lado. Íamos facilitar a governabilidade”, disse Viana.

Segundo ele essa atitude causou dependência da AL ao Governo e o Maluf não deve ser presidente do Palácio Paiaguás. “AL não pode ser puxadinho do Palácio Paiaguás assim como ele (Taques) afirmou que o Senado não era puxadinho da presidente Dilma (Rousseff)”, disparou.

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