Foto: assessoria
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O Assessor Especial do Ministro e representante da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Eduardo Henn Bernardi, esteve em Rondonópolis e se reuniu com o Prefeito Percival Muniz, o Secretário de Transporte e Trânsito, Argemiro Ferreira e a gestora do Gabinete de Desenvolvimento Econômico, Stefânia Pasqualotto. O motivo, apresentar um ante projeto detalhado para, assim que aprovado, licitar melhorias para o Aeroporto Maestro Marinho Franco. Dentre as mudanças estão a aquisição de equipamentos, melhorias na infraestrutura e qualificação profissional.

A primeira etapa do projeto previa a visita de uma comissão formada pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República e de pesquisadores do Laboratório de Transportes e Logística – LabTrans, da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. O Aeroporto Municipal Maestro Marinho Franco está entre os 270 aeroportos regionais do Brasil escolhidos para receber investimentos da União para ampliação. A equipe esteve no aeroporto onde analisou a gestão aeroportuária do Município e mostrou satisfação com o que lhes foi apresentado.

Segundo Percival Muniz, o Aeroporto Municipal tem uma grande demanda por passageiros e, por isso, há uma importante necessidade de expansão. Ele apontou, ainda, que Rondonópolis precisa de um aeroporto bem estruturado e que o gestor da Setrat já vem trabalhando nesta direção, inclusive, investindo em capacitação dos funcionários locais e na melhoria das condições do aeroporto.

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“Nossa intenção é deixar o aeroporto estruturado para que possamos atrair mais empresas, com isso, atender as necessidades da população. Sabemos que a equipe que lá está tem total capacidade para o serviço, pois constantemente participa de todos os cursos de qualificação exigidos, bem como a equipe de bombeiros, que também participa de cursos de combate a incêndio”, ressaltou o prefeito.

O secretário da pasta defendeu a construção de uma nova pista, paralela a existente, pois a reforma da atual geraria um transtorno para a população. “A interdição da pista por um período de 120 dias geraria um transtorno enorme para a cidade. Acredito que as empresas que aqui estão não terão condições de esperar a conclusão das obras durante esse tempo”, disse Argemiro.

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Eduardo Bernardi comentou que a tramitação do processo vai depender do Governo do Estado. Isso porque é necessária a liberação da licença ambiental, principal motivo dos atrasos de liberação de projetos. “Conforme foram chegando os projetos com todas as exigências cumpridas iremos dando início às licitações. Se coincidir dos municípios enviarem seus documentos na mesma data, faremos um só processo licitatório, mas a prioridade é para os que chegarem primeiro”.

OBRAS INACABADAS

O Secretário Adjunto de Transporte do Estado, Rogério Ribeiro Arias participaram do encontro, assim como o Secretário Adjunto de Desenvolvimento do Turismo, Luis Carlos Oliveira Nigro. Percival Muniz fez alguns questionamentos quanto à conclusão das obras inacabadas do aeroporto, que envolvem a ampliação da pista, a reestruturação da iluminação de pista e uma nova área de taxiway, essencial para a organização do tráfego de aeronaves. Ainda está previsto o envio de uma máquina de raio-x, o que auxiliará na vistoria de bagagens de mão, uma esteira para distribuição das bagagens e um moderno sistema de segurança eletrônico.

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O aeroporto conta atualmente com uma pista de 1.850 metros por 30 largura, o que permite que o local receba pousos e decolagens de aeronaves de pequeno porte. O novo projeto prevê o aumento da pista para 2.460 metros por 45 largura. “Isso irá permitir que o aeródromo receba pousos e decolagens de aeronaves de grande porte, como os que são usados pelas principais empresas aéreas”, disse Percival Muniz.

O Engenheiro Civil Aeroportuário e Hidroviário da Secretaria de Estado de Transporte, José Carlos Ferreira explicou para o prefeito que está sendo feita uma auditoria em todos os contratos da secretaria. Ele explicou também que as obras foram alvos de denúncias ao Tribunal de Contas, por isso a necessidade da auditoria.

“Temos metas a cumprir e também estamos sendo prejudicados. Precisamos estruturar o aeroporto financeiramente para que consigamos mantê-lo por 4, 6 ou 10 anos. Vamos fazer uma força tarefa para auditar os contratos, aumentando o número de pessoal para que o problema

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