Os Escrivães da Polícia Civil de Mato Grosso completam hoje (18) 12 dias de greve. A categoria cobra do governo reajuste salarial que havia sido firmado em acordo por meio de uma lei complementar, no ano passado. No acordo, ficou definido que escrivães e investigadores receberiam um aumento de 5% no salário no mês de janeiro e mais 10% em outubro deste ano.

De acordo com a presidente do Sindicato dos Escrivães, Genima Evangelista, ainda não há nenhuma proposta do Governo para negociação com o Sindicato.

Atualmente, o estado conta com 600 escrivães em atividade. Mais 150 foram chamados no último concurso público e estão sendo treinados. Do efetivo, apenas 30% foi mantido trabalhando.

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Através de mandado de segurança, o Sindicato também acionou a Justiça para que essa lei seja cumprida, buscando um posicionamento em relação a situação, em vista que a lei está em vigor e não foi cumprida.

“Estamos tentando agendar uma reunião com o Secretário da Casa Civil para tentarmos viabilizar o cumprimento da Lei 540/2014, que é a nossa reivindicação. Na semana passada, o secretário disse que não negociaria mais, tendo em vista que o Sindicato entrou com um Mandado de Segurança” explica a presidente.

 

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