Cerca de 34% dos trabalhadores de Mato Grosso – MT trabalham sem carteira assinada o que representa a sonegação de R$ 80 bilhões à previdência social e ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Os dados são de acordo com o Ministério do Trabalho.

Ainda conforme as dados, no estado, esse percentual representa 34,2%. A chefe de fiscalização da Superintendência do Trabalho, Maria Conceição de Melo, explica que para diminuir esse percentual, a alternativa é aumentar a fiscalização. “A multa é defasada já muitos anos e, por isso, vem sendo discutido o aumento” explica a chefe.

Em MT uma das medidas tomadas foi a fiscalização eletrônica e um plano nacional de combate à informalidade de trabalhadores e empregos que tem ajudado a conscientizar empregadores e empregados.

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O Plano Nacional de Combate à Informalidade do Trabalhador Empregado (Plancite) implantou diretrizes e aumentou o número de trabalhadores formais, fazendo com que o foco no estado se concentre mais no salário e no registro da carteira.

MUNICÍPIOS COM MAIOR INFORMALIDADE

Em alguns municípios do interior o índice de contratação informal é superior. Os três piores são Campinápolis, com 78,4%, Colniza, 62%, e Porto Alegre do Norte, com 61,9% de trabalhadores sem carteira assinada.

Segundo a chefe de fiscalização, o número de auditores é muito baixo. São 48 para atender todo o estado.

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